Pois bem, nada melhor do que uma noite de segunda-feira dita gorda (porque é assim que se quer o Carnaval) e num passeio à beira Tejo com a malta amiga para de repente a menina "muito à frente" sair-se com:
- "Os homens são mesmo muito dados a AVC s"
- "São?!" - Perguntou a malta toda em coro
- "Então não?! Os gajos estão sempre com AAAAALTA VONTADE de CAGAR!"
Resultado: foi a risota total, para o resto da caminhada e da noite, e a sigla AVC adequou-se a quase tudo!!
26/02/09
AVC - A Sigla e A Síndroma
25/02/09
Isto para 4ª Feira Não Está Nada Mal!
ou isso ou então expliquem-me como se a burra fosse eu porquê que uma pessoa liga para a linha de apoio ao cliente de um serviço prestado através de suporte informático e nem sequer sabe como fazer login, uma pesquisa ou seleccionar um texto e depois ainda me diz que a conta dela não dá para fazer isso!
ou então uma certa entidade que quer, só porque quer, que eu coloque num RECIBO emitido informáticamente, escrito à mão "pago", e eu (porque até consigo "desacelerar" mediante alguns exercícios respiratórios) conseguindo conter-me de lhe dizer que o que me estava a solicitar era uma aberração mental, lá lhe disse que o texto do documento é claro e menciona que recebemos do "fulano tal" a "quantia de x" para o"serviço" solicitado pelo que não iria escrever "pago".
portanto agora vou até ali apanhar ar e respirar... ou berrar:FODA-SE! PORQUÊ QUE ESTA GENTE NÃO TIROU O RESTO DA SEMANA DE FÉRIAS?!!
20/02/09
Gosto...
...particularmente de pertencer à chamada geração "desenrasca"
- E o superlativo absoluto sintético de pobre, mãe, sabes qual é?
-Paupérrimo
-E o de doce?
-Dulcíssimo
-Bolas mãe! vem aqui uma pessoa, toda entusiasmada, de uma aula intensiva de gramática portuguesa a pensar que te ensina alguma coisa e tu já sabes tudo. Assim não tem graça!
-É o que dá eu ser da geração desenrasca!-E eu ser da descartável! ohh
16/02/09
Mais Monstruosidades!
(ele) -Mãe, sabes porque algumas pessoas são pequenas e não cresceram mais?
(eu) - Diz filhote.
(ele) - Porque sempre se portaram bem e os pais nunca lhes puxaram as orelhas.
e como resposta ao meu silêncio, que aguardava a sua conclusão:
- Já eu vou ser grande, muito grande, gigante!!
Nota de autor: Não serão aceites as intervenções de instituições de protecção a menores. As puxadelas de orelhas são bem menos do que as que o monstrinhos assume precisar. Afinal quem não quer ser gigante aos 12 anos de idade?
11/02/09
Por Colher
Há um certo local ermo onde costumamos colocar as pessoas de quem gostamos e que, por uma ou outra razão, queremos ou sentimos necessidade de defender e cuidar.
Esse local é em sítio extremamente isolado, de portadas fechadas, com portão de grades reforçadas por grandes painéis de aço. De construção robusta e resistente à maior das intempéries ou à tão iminente ameaça bacteriológica ou biológica. E nem os diversos sistemas de segurança foram descurados. Munido de detecção de intrusos, detector de incêndio e vários alarmes para tudo e mais alguma coisa, inclusive os que lembram a hora da toma dos medicamentos (sim, porque não há pessoa que aguente lá habitar mantendo-se saudável)
É aí que tendemos a colocar as pessoas que nos são mais queridas só porque nos esquecemos dos gostos e prazeres delas, só porque as queremos afastar de toda e qualquer maleita ou coisa ruim e nos esquecemos que elas também têm direito a uma vida. E como a palavra vida por si só transmite, têm direito a escorregar, cair, executar manobras perigosas, respirar pelos seus próprios pulmões, ver com os seus próprios olhos, sentir o arrepio na pele, as lágrimas na face, o sorriso nos lábios...
Digam-me como podemos nós explicar o cheiro de uma manhã primaveril?
Os tons do sol poente?
O cheiro suave de um bebé?
O sabor a maresia que se solta do mar revolto?
Ou dar a entender o cintilar do céu estrelado?
Ou como poderemos nós mostrar a estrada mais segura sem que conheçam sequer os trilhos, sem terem percorrido os caminhos pelos próprios pés, sem terem conduzido o seu próprio automóvel?
Como podem evitar o fundo do poço se não lhe sabem os contornos e a localização?
Pois é…
Mas tendemos sempre, constantemente, em colocar as pessoas que amamos nesse local tão inapropriado à vida e felicidade humana, só porque somos egoístas e apenas pensamos nos nossos sentimentos, em não sofrer com as “más” escolhas que fizerem, que tiverem, porque o sofrimento deles se reflecte na dor que nos dilecera o peito, a alma.
E porque a melhor maneira de mostrar que gostamos e estimamos um pássaro é deixá-lo voar.
A melhor maneira de gostarmos e cuidar de uma flor é deixá-la por arrancar à terra, não colhê-la da natureza.
O conceito não é devolver-lhes a liberdade mas sim não lhes retirar o direito à vida.
E sim, por mais difícil que seja deixá-los andar à chuva, ao vento, molhados e sujeitos a uma pneumonia, em detrimento de os fechar naquele local fechado, escondido e “seguro”, a maior prova de afecto, carinho, amor e respeito é deixá-los sentir, correr, saltar, sorrir, viver, voar, por colher…
09/02/09
À Minha Maneira
A verdade é que continuo a adorar os “membros” da minha geração.
É verdade, verdadinha!
Continuo a arrepiar-me com os inícios instrumentais dos Pink Floyd e os estrondosos solos que me levam deste mundo (ok, pronto! eles nasceram numa geração anterior mas estiveram presente na minha geração!)
Continuo a adorar ouvir Kate Bush e Peter Gabriel
A admirar os Queen,
A precisar dos Guns And Roses
A pensar com Phill Colins
A viajar com Dire Straits (aquilo é que eram visitas de estudo!)
A libertar-me com Sting
A gritar com Bryan Adams
A render-me com Jorge Palma
A ousar com Rádio Macau
A sussurrar com Rui Veloso
e tantos tantos outros que vou acrescentando a lista à medida que surgirem as vozes (e as sensacionais letras) mas não poderia deixar de referir os que realmente são o ícone da minha geração. Aqueles que íamos assistir nos concertos de verão, ali mesmo ao lado, no coreto ou no palco montado na praça do município, ou ainda num concerto organizado pela associação de estudantes da escola secundária que frequentei: os fenomenais XUTOS!
Assistir a um acústico deles continua a ser como da primeira vez. Sentir a alma do grupo, a força de uma geração que se fez de insistências, de persistência e de muito trabalho. A sensibilidade na voz do Tim, a envolvência na viola do Zé Pedro, a irreverência de toda uma geração nas batidas do Kalú…
E de cada vez volta sempre, sempre a ser a primeira vez!
“mas sempre, p’ra sempre vou gostar de ti…”
Parabéns XUTOS
Vocês são Liiiiiiinndos!!!
06/02/09
Perdida? eu?
Estava pr’aqui a pensar que é curioso o conceito que se tem para com a definição da perda.
Que se diga que perdemos a carteira (não dá jeito nenhum mas acontece), o telemóvel (e agora como é vou mandar as sms ao gajo?), os óculos (ahhh afinal não vês de todo!), ou outro qualquer objecto que estivesse na nossa posse e que de repente damos pela sua falta sem saber onde o deixamos, eu aceito mas que se possa afirmar situações como:
A vida que eu perdi
As fantasias que perdi
As festas que perdi
Etc e tal
Dá-me assim como que um arrepio no neurónio mais encolhido (eh pá acordaram-me o gajo!).
Se alguém por ventura perde um objecto é a constatação de que alguma vez esteve na sua posse. Mas quando alguém se refere a algo que nunca teve e que nem sequer objecto é, como o poderá ter perdido?
Ultimamente andam-se a confundir muitas noções e dou por afirmações onde se tentam desculpar a falta dos actos através das perdas do que nunca se teve.
Mas isto sou eu que tenho um neurónio encolhido!
Ahh! E é SEXta-feira!
04/02/09
Monstruosidades vs Genialidades
-Este carro está a precisar de pastilhas
-Não mãe, tu estás é a precisar de um carro novo!
Pronto, já alguém costuma dizer que na boca das crianças é que está a verdade. Resta-me saber se uma "menina" de 16 anos (a tal que é "muito à frente") ainda é considerada criança. Mas isso não me preocupa mesmo nada e venha de lá esse pópó novo!!
Monstruosidades
03/02/09
Esquece
Começa-me a irritar profundamente o facto do boss, de cada vez que aqui vem, baixar o volume do som ambiente.
Não gosto de elevar a voz, nem de gritos, mas gosto de música alta... mesmo quando estou a falar ao telefone!
E agora pegando numa dúvida "existêncial" que me assolou esta manhã:
A um gajo que se aproxima, nos pergunta se temos lume e que aguarda lançando um olhar que esperava qualquer resposta menos a que lhe permitisse acender o cigarro, o que é que respondo?
Hummm...
Não fumo mas sou fogo!..?
Convencida? Nem pensar, sou Sagitário!

